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Opinião Curitiba
Desde: 20/03/2009      Publicadas: 5719      Atualização: 25/09/2017

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 Jogo Rápido

  30/01/2017
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Problemas se tornam crônicos e sem solução aparente

Por José Domingos Borges Teixeira (Zé Domingos)

Vou chegando aos setenta e quatro anos e muitos destes vivi na reportagem policial onde acompanhei rebeliões em presídios com mortos e nunca observei medidas para que tais situações fossem extirpadas. Sempre medidas paliativas, imediatistas para contornar a situação adversa de momento. Assim os presidiários foram se sentindo mais e mais fortes fazendo com que chegássemos a uma condição incontrolável.

Quadrilhas são comandadas de dentro das nossas casas de detenção abertamente. Os levantes recentes são reflexos do que ocorre há mais de cinquenta anos. Quando as coisas apertam é a mesma falácia de construção de novos presídios, de maior atenção com os presos, de maior rigorosidade de leis e passada a fase de tensão tudo segue do mesmo jeito com os desavergonhados cada vez mais poderosos.

Nesta época quando as chuvas ocorrem seguidamente enchentes são comuns em cidades brasileiras, Curitiba é uma delas. Dai o trololó de governantes anunciando obras, condenando pessoas por morarem em áreas consideradas de risco, de lixo ser jogado indiscriminadamente e etc. Os governantes não assumem a falta de investimento nas politicas de saneamento sempre esquecidas porque suas obras ficam enterradas e com isto não carreiam votos, assim não são executadas.

Raros os governantes que ao longo da história se preocuparam com saneamento, inclusive nas campanhas eleitorais não há candidatos que abordem tal tema. O povo que sofre com a falta de obras de saneamento é criticado, se bem que há muita gente merecedora de puxão de orelhas, pois, joga detritos nas redes de esgotos, pluvial, nos rios e etc.

Os investimentos em habitação sumiram e o número de invasões e moradores de rua aumenta assustadoramente. Os problemas sociais se avolumam. Até que houve construções de prédios para escolas, creches, unidades de saúde, delegacias, mas, do que adianta o prédio se não há pessoal para fazer funcionar o atendimento educacional, de saúde, segurança, transporte e demais setores.

O dinheiro alocado demora em sair e quando sai não é usado adequadamente. Com a crise que ai está estes problemas tendem a ficar mais e mais agudos. É um verdadeiro salve-se quem puder. O “SENHOR” esteja conosco porque a coisa está feia, muito feia. Os prefeitos que assumiram vão ter que engolir “o pão que o diabo amassou”.







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