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Opinião Curitiba
Desde: 20/03/2009      Publicadas: 5719      Atualização: 25/09/2017

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 Editorial

  11/12/2014
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Editorial - Dezembro 2014

Da escandalosa derrota do Brasil nas semifinais da Copa do Mundo à reviravolta que fizeram desta eleição presidencial a mais acirrada da história do Brasil, fomos testemunhas de inúmeros acontecimentos em 2014.

O Brasil foi sede de um dos principais eventos esportivos do mundo; assistimos ao surgimento de uma epidemia de Ebola, com inúmeras mortes na África; foi comemorado os 50 anos do Golpe Militar no Brasil; acompanhamos ações do grupo extremista sunita no Iraque, com execuções filmadas e postadas na internet; em várias cidades brasileiras, sobretudo em São Paulo, a população enfrenta uma das maiores secas de nossa história e há o temor que as reservas acabem antes do fim do ano; e o Brasil, apesar de seguir com grande desigualdade, subiu uma posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mundial. Este e muitos outros assuntos foram repercutidos tanto pela mídia hegemônica quanto pela população através das redes sociais.

Com mais de 90 milhões de usuários no Brasil, que acessam, postam e comentam temas diversos cotidianamente, o Facebook se tornou um palco de discussões acaloradas, o que levou muitos a acreditarem que a rede imperava como uma mídia alternativa de grande poder. Exemplo foram as manifestações de rua, que começaram em 2013 tendo como mote a redução das tarifas do transporte coletivo nas grandes cidades. Partiu da rede a convocação que levou milhares pessoas às ruas.

Marcadas pela ausência de liderança e pela discussão de outros temas de insatisfação popular, como corrupção e os altos investimentos para sediar a Copa do Mundo, essas manifestações levaram o governo da presidente Dilma Roussef a um baixíssimo índice de popularidade. Nas redes, a cada escândalo de corrupção revelada dentro do governo Dilma, se iniciavam uma longa série de muitos ataques, poucas defesas em um cenário que não estávamos acostumados a presenciar fora das rodas de bate papo entre amigos.

Engajamento político? O Brasil acordou? Ganhou força a mídia alternativa? O resultado das urnas mostrou totalmente o contrário e evidenciou que o Brasil não vai mudar por causa das redes sociais. O que pudemos foi conhecer um pouco melhor a mentalidade " preconceituosa, apolítica, inculta " de pessoas conhecidas, que costumava estar encoberta pelos discursos politicamente corretos.

O Brasil precisa mesmo caminhar fora das redes, mas com ciência do que não quer repetir e do que precisa avançar em 2015. Apesar de as perspectivas não serem nada positivas, esperamos que a instabilidade econômica, social e educacional que marcou 2014 não seja devastadora no próximo ano. E já que é preciso sempre acreditar, mas ainda mais agir, desejamos que todos nós possamos cultivar alguma atitude social ou política para contribuir para uma efetiva mudança no próximo ano. A todos, nós do Jornal Opinião Curitiba desejamos um Feliz Natal e um novo ano realmente renovado.






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