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Opinião Curitiba
Desde: 20/03/2009      Publicadas: 5719      Atualização: 25/09/2017

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 Editorial

  22/08/2014
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Editorial - Agosto 2014

Sancionada em 1991, a Lei de Cotas para pessoas com deficiência completa 23 anos de aplicação. Com objetivo de promover a inclusão desse público no mercado de trabalho, o art. 93 da Lei nº 8.213, determina que as empresas privadas brasileiras com cem ou mais empregados estão obrigadas a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas com deficiência física, auditiva, visual ou intelectual. Mas afinal, qual tem sido a contribuição desta norma para o crescimento do grau de empregabilidade das pessoas com deficiência no país? A norma fez realmente com que as empresas contratassem mais pessoas com deficiência? Dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que atualmente existem mais de 300 mil pessoas com deficiência formalmente empregadas no Brasil. Desse total, aproximadamente 223 mil foram contratadas porque essa Lei de Cotas passou a existir.

E qual a importância desta inclusão? O Censo de 2010 revela que quase 46 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência: mental, motora, visual ou auditiva. Esse número corresponde a 24% da população total do país. Além disso, 61,1% da população de 15 anos ou mais com deficiência não tinham instrução ou cursaram apenas o fundamental incompleto.

Entre os que têm deficiência, das pessoas ocupadas com 10 anos ou mais, 46,4% ganhavam até um salário mínimo ou não tinham rendimento. Em 2010, a população ocupada com pelo menos uma das deficiências investigadas representava 23,6% (20,3 milhões) do total ocupado (86,3 milhões) no país. Além disso, mais da metade (53,8%) dos 44 milhões de pessoas com deficiência em idade ativa (10 anos ou mais) estava desocupada ou não era economicamente ativa.

Os números são apresentados nesta edição do Jornal Opinião Curitiba, que trata do Projeto Oportunidades Especiais, criado em 2009 e que já cadastrou mais de 10 mil pessoas em todo país. Este mês, um stand do projeto com ofertas de emprego estará em Curitiba, proporcionando atendimento gratuito aos interessados. A ideia é promover a inclusão profissional, fazendo uma ponte entre os empregadores e as pessoas que buscam essas vagas.

Em Curitiba, as empresas participantes serão a OI, ALL, GVT, TIM, PUC PR e GRPCOM, que ofertarão vagas em diferentes áreas de atuação e para todos os níveis de escolaridade (ensino médio, técnico e superior).

Outra matéria de destaque nesta edição é o alerta do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR). A partir de setembro, devido a alterações na legislação que dispõe sobre o exercício legal da profissão de engenheiro, todas as obras que demandem serviços de engenharia executadas sem a participação de profissional habilitado serão autuadas no ato da fiscalização realizada e os responsáveis serão multados.

Temas como comportamento, política, saúde, beleza e educação também são abordados nesta edição do Jornal Opinião Curitiba. A todos uma boa leitura.






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